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ÖZKOÇ

Glossário de termos de prensas

O que significam os termos que aparecem nas tabelas técnicas. A denominação é a mesma dos nomes oficiais que usamos nas nossas propostas técnicas.

Força de prensagemPressing Force
A maior força que a prensa consegue aplicar à peça; é indicada em toneladas e é o valor a que no dia a dia se chama “tonelagem” da prensa. Numa prensa hidráulica essa força pode ser obtida em qualquer ponto do curso — já numa prensa mecânica (excêntrica) ela só atinge o valor pleno numa faixa estreita, próxima do ponto morto inferior.
Tipo de construçãoConstruction Type
A estrutura portante da prensa. No tipo de colunas (com pinos), o cabeçote móvel é guiado por colunas cilíndricas nos cantos; no tipo monobloco, a estrutura soldada de uma só peça sustenta e guia ao mesmo tempo. A construção de colunas facilita o acesso lateral e a ligação de automação; a estrutura monobloco é mais rígida em tonelagens altas.
Área útil líquidaNet Usable Area
A superfície útil da mesa inferior onde a matriz pode ser fixada (largura × comprimento). Não é a mesma coisa que a medida externa da mesa: o vão entre colunas e o ponto onde terminam os canais de fixação definem o limite real. A base da matriz tem de caber nessa área.
Altura livre entre mesasDaylight
O maior espaço vertical entre a mesa superior e a mesa inferior com o cabeçote móvel na posição mais alta. A altura fechada da matriz, a altura da peça e a folga de extração têm de caber juntas nesse espaço; se a altura livre não bastar, a matriz fisicamente não entra na máquina. Na escolha da prensa, é a medida mais esquecida depois da tonelagem.
CursoStroke
O percurso que o cabeçote móvel faz da posição mais alta até a mais baixa. É muitas vezes confundido com a altura livre entre mesas: a altura livre define um ESPAÇO, o curso define um MOVIMENTO, e o curso é sempre menor que a altura livre. Em peças profundas, o curso necessário é a profundidade da peça mais a folga de extração da matriz.
Almofada / ExtratorCushion / Ejector
Segundo conjunto de cilindros, colocado sob a mesa inferior, que aplica força de baixo para cima. Na estampagem profunda, segura a chapa na entrada da matriz e freia o escoamento do material (força do prensa-chapas); nas prensas de conformação e de fundição, empurra a peça acabada para fora da matriz. O curso da almofada é a distância percorrida por esse conjunto.
Cabeçote móvelRam
A massa móvel empurrada pelo cilindro principal, que carrega a matriz superior. Todos os valores de velocidade da prensa (aproximação, trabalho, retorno) são velocidades do cabeçote móvel. A descida do cabeçote paralela à mesa determina diretamente a vida da matriz e a tolerância da peça.
Velocidade de trabalhoWorking Speed
A velocidade a que o cabeçote móvel avança sob carga, durante a conformação. É bem menor que a velocidade de aproximação, porque dá tempo ao material para escoar. Na estampagem profunda, é esta velocidade que determina diretamente o enrugamento e a ruptura; por isso, deve ser ajustável.
Velocidade de aproximaçãoClosing Speed
A velocidade a que o cabeçote móvel desce em vazio, até tocar a peça. Não afeta a qualidade da peça, apenas encurta o tempo de ciclo; por isso é mantida muitas vezes acima da velocidade de trabalho.
Velocidade de retornoReturn Speed
A velocidade a que o cabeçote móvel sobe até a posição mais alta depois de terminar o trabalho. Junto com a velocidade de aproximação, define o “tempo morto” do ciclo — na produção em série, são estes dois valores que sustentam o número de peças por hora.
Unidade hidráulicaHydraulic Power Unit
A fonte de potência formada por bomba, motor, reservatório de óleo, grupo de válvulas e refrigeração. A FORÇA da prensa é determinada pela pressão de trabalho e a VELOCIDADE pelo volume de óleo que a bomba fornece; as duas são projetadas de forma independente.
Cortina de luzLight Curtain
Proteção ótica que para o cabeçote móvel quando uma mão entra na zona de perigo. É usada em conjunto com o comando bimanual: se as duas mãos do operador estão no comando, elas não podem estar na zona da matriz.
Tipo de estrutura: C / H / de colunasC-Frame / H-Frame / Four-Column Press
No mercado, “tipo C” designa a estrutura aberta à frente e nas duas laterais, que vista de lado desenha a letra C; “tipo H”, o quadro fechado e soldado de dois montantes; “quatro colunas”, a construção em que o cabeçote móvel é guiado por colunas nos cantos. Na denominação da ÖZKOÇ, a estrutura fechada e soldada é chamada monobloco e a construção guiada por colunas é chamada de colunas (com pinos) — qualquer que seja o nome usado, falamos da mesma família de construção.

Perguntas frequentes · Prensas