Prensa de laboratório
- Não ensaia, produz a amostraNão é um aparelho de ensaio; prensa em condições vigiadas a peça que vai ser ensaiada.
- Guarda o processo, entrega a receitaQuantos graus, que pressão, quanto tempo — os dados dizem qual foi o processo que deu a melhor peça.
- Temperatura e refrigeração finamente reguladasPara os compósitos, as soluções de refrigeração a ar, a ar+água ou com óleo térmico são integradas na máquina.
- Dados guardados ao longo do tempo com CLP Siemens S7-1200 e SCADA
O que é uma Prensa de laboratório?
A prensa de laboratório não faz ensaios; produz a peça que vai ser ensaiada. Prensa o mesmo material com temperaturas, pressões e tempos diferentes e guarda os parâmetros de cada tentativa. Depois as peças são ensaiadas e os dados dizem que processo deu o melhor resultado.
O processo encontrado passa a ser a receita da produção em série; por isso a máquina tem de trabalhar com grande precisão e transmitir os dados sem falhas. Não é uma máquina de produção — se assim se pretender, pode ser fornecida também com o seu molde.
Esta prensa é adequada para o seu caso?
Adequada
- Desenvolvimento de receita e de processo: que parâmetro dá a melhor peça
- Produção de amostras de desenvolvimento e de peças de pré-série
- Ensaios com compósitos, borracha e termofixos
- Validação antes de passar à produção em série
- Se a receita já está estabelecida, para a produção em série: Prensa para compósitos
- Se vai passar à moldagem de SMC/BMC: Prensa para SMC & BMC
- Para a cura em série de borracha e elastômero: Prensa de vulcanização de borracha
Indústria de defesa — peças tipicamente produzidas neste setor
Estas imagens são ilustrativas — mostram a forma da peça; não são exatamente as peças que produzimos. Se encontrar uma peça parecida com a sua, envie o desenho e dizemos em que prensa ela é produzida. Envie o desenho da peça
ilustrativaAmostra de laboratório e peça de pré-série
Transformação de metais — peças tipicamente produzidas neste setor
ilustrativaAmostra de laboratório e peça de pré-série
Para quem quer os detalhes
Por que razão não é uma 'prensa de ensaio', e sim uma prensa de amostras
O ponto que se confunde é este: a prensa não faz ensaios. A prensa produz a peça que vai ser ensaiada. Para saber como um material se comporta, prensam-se peças do mesmo material com processos diferentes e depois essas peças são ensaiadas. A resposta à pergunta não é 'quanto resistiu o material', e sim 'que processo deu o melhor resultado'.
Para isso, a temperatura, a pressão e o tempo de cada tentativa têm de ser mantidos com precisão na prensa e ficar guardados. O CLP Siemens S7-1200 e o SCADA guardam os parâmetros do processo ao longo do tempo; a máquina pode ser acompanhada à distância a partir do computador ou do telefone. Assim fica imediatamente à vista com que parâmetros foi prensada a amostra que tem na mão, e o caminho segue para o processo ideal.
Quando o processo ideal é encontrado, o que se obtém não é uma peça, é uma fórmula: a receita da produção em grande escala. Essa receita é transferida para a prensa de produção. Por isso a prensa de laboratório é pequena de propósito — não é montada para produzir quantidade, é montada para decidir.
Nos materiais compósitos, a refrigeração também faz parte do processo. Conforme a necessidade, integram-se na máquina soluções de refrigeração a ar, a ar+água ou com óleo térmico. A prensa também pode ser fornecida junto com o molde da peça a ensaiar.
- A prensa não ensaia; produz a amostra que vai ser ensaiada.
- A temperatura, a pressão e o tempo de cada tentativa ficam guardados ao longo do tempo.
- O resultado não é uma peça, é a receita de processo a transferir para a produção em série.
- Opções de refrigeração a ar, a ar+água ou com óleo térmico para os compósitos.
- Acompanhamento à distância: a máquina é seguida a partir do computador ou do telefone.
- Se assim se pretender, é entregue junto com o molde.
Estrutura rígida unida com chanframento (preparação da junta de solda)
Quando a forma e o relevo não saem, a culpa recai logo sobre o ferramenteiro. Muitas vezes a causa não é a matriz: a estrutura da prensa flexiona sob carga e as duas metades da matriz não assentam perfeitamente uma na outra. Essa parcela que vem da estrutura quase nunca é conhecida do lado de quem compra, porque não é escrita em catálogo nenhum.
Ao construir a estrutura em construção soldada, a ÖZKOÇ une as travessas e as chapas ABRINDO O CHANFRO. No setor há muitas empresas que unem sem abrir o chanfro; o cordão fica apenas à superfície. Com o chanfro aberto, o cordão penetra na espessura do material e a estrutura resiste a flexionar sob carga.
Isto vale para qualquer tipo de estrutura, monobloco ou de colunas — não é uma opção que dependa do tipo de prensa, é a disciplina de fabricação da ÖZKOÇ.
- As travessas e as chapas de reforço são unidas abrindo o chanfro.
- O cordão não fica à superfície, penetra na espessura; a estrutura não flexiona sob carga.
- Seja monobloco, seja de colunas, aplica-se a mesma disciplina.
Sistema de paralelismo do cabeçote
Em peças largas e assimétricas a carga concentra-se num canto do cabeçote móvel; o cabeçote desce ligeiramente inclinado e um canto da peça sai mais espesso do que o outro. Resultado: excesso de material, resistência desigual, calor e ciclo desnecessários.
No sistema de paralelismo do cabeçote, projetado pela própria ÖZKOÇ, quatro cilindros de contrapressão fazem o cabeçote descer paralelo à placa inferior. A diferença de espessura entre os cantos reduz-se ao mínimo; obtém-se economia de material e a uniformidade da peça mantém a resistência onde ela é exigida.
O mesmo dispositivo também atua no corte: no instante da ruptura do material, os cilindros de contrapressão absorvem o choque, mantêm o paralelismo e prolongam a vida da matriz de corte.
- Quatro cilindros de contrapressão fazem o cabeçote móvel descer paralelo à placa inferior.
- Em peças largas e assimétricas, a diferença de espessura entre os cantos reduz-se ao mínimo.
- Economia de material + resistência uniforme.
- No corte, absorve o choque e prolonga a vida da matriz.