Prensa de cura de lonas de freio
- Ciclo de desgaseificaçãoDurante a cura formam-se gases; se não forem evacuados, a peça incha e a superfície de atrito fica porosa.
- Aquecimento do molde por zonasA diferença de temperatura no molde faz o coeficiente de atrito variar de peça para peça.
- Disposições de estrutura de ação superior, de ação inferior e de vários andares
O que é uma Prensa de cura de lonas de freio?
A prensa de cura de lonas de freio cura sob pressão, em molde aquecido, a mistura de atrito da lona — resina, fibra, carga. A temperatura do molde, o tempo de permanência sob pressão e os passos de desgaseificação determinam a densidade da peça e a estabilidade do coeficiente de atrito.
Durante a cura formam-se gases na resina; se esses gases não forem evacuados, a peça incha e a superfície de atrito fica porosa.
Esta prensa é adequada para o seu caso?
Adequada
- Cura no molde da mistura de atrito composta por resina, fibra e carga
- Pastilha de freio a disco e lona de freio a tambor, elemento de atrito industrial
- Misturas à base de fenólico e de baquelite que exigem desgaseificação
- Manter o mesmo coeficiente de atrito em molde de múltiplas cavidades
- Se a sua mistura for à base de borracha: Prensa de vulcanização de borracha
- Se vai prensar placa estrutural reforçada com fibra: Prensa para compósitos
Automotivo — peças tipicamente produzidas neste setor
Estas imagens são ilustrativas — mostram a forma da peça; não são exatamente as peças que produzimos. Se encontrar uma peça parecida com a sua, envie o desenho e dizemos em que prensa ela é produzida. Envie o desenho da peça
ilustrativaPastilha de freio a disco e lona de freio a tambor
ilustrativaElemento de atrito para serviço pesado
Construção civil — peças tipicamente produzidas neste setor
ilustrativaElemento de atrito para serviço pesado
Para quem quer os detalhes
O que decide na prensa de lonas: calor, tempo e a saída dos gases
A lona não é uma peça conformada como a chapa, é uma mistura curada dentro do molde. A mistura de resina, fibra e carga é colocada no molde e mantida sob pressão entre pratos aquecidos, e a resina endurece formando a estrutura de ligação que mantém a peça coesa.
Durante a cura formam-se gases na resina. Se esses gases não forem retirados do molde, a peça incha por dentro, a superfície de atrito fica porosa e a lona não alcança no freio o coeficiente de atrito esperado. Por isso os passos de desgaseificação — o cabeçote móvel a respirar em intervalos curtos — fazem parte da receita e não são um adorno.
Sair o mesmo coeficiente de atrito de peça para peça depende de a temperatura ser igual em todos os pontos da superfície do molde. O aquecimento por zonas e a realimentação por termopar mantêm o molde a uma só temperatura; nos moldes de múltiplas cavidades, a rigidez da estrutura garante que chega a mesma pressão a todas as cavidades.
A ÖZKOÇ não produz as prensas de lonas num tipo único: as disposições de ação superior, de ação inferior e de vários andares são escolhidas conforme a estrutura do molde do trabalho. A mesma família de estruturas é usada também noutros trabalhos de prensa a quente, como a borracha e a melamina; o que muda é o molde, o número de zonas de aquecimento e a receita.
- Pratos aquecidos, com termopar dedicado a cada zona
- Passos de desgaseificação (respiração) definidos na receita
- A velocidade de aproximação e o tempo de permanência sob pressão são ajustados em separado
- Disposições de estrutura de ação superior, de ação inferior e de vários andares
- Temperaturas de cura e dados de ciclo guardados em memória (opcional)
Estrutura rígida unida com chanframento (preparação da junta de solda)
Quando a forma e o relevo não saem, a culpa recai logo sobre o ferramenteiro. Muitas vezes a causa não é a matriz: a estrutura da prensa flexiona sob carga e as duas metades da matriz não assentam perfeitamente uma na outra. Essa parcela que vem da estrutura quase nunca é conhecida do lado de quem compra, porque não é escrita em catálogo nenhum.
Ao construir a estrutura em construção soldada, a ÖZKOÇ une as travessas e as chapas ABRINDO O CHANFRO. No setor há muitas empresas que unem sem abrir o chanfro; o cordão fica apenas à superfície. Com o chanfro aberto, o cordão penetra na espessura do material e a estrutura resiste a flexionar sob carga.
Isto vale para qualquer tipo de estrutura, monobloco ou de colunas — não é uma opção que dependa do tipo de prensa, é a disciplina de fabricação da ÖZKOÇ.
- As travessas e as chapas de reforço são unidas abrindo o chanfro.
- O cordão não fica à superfície, penetra na espessura; a estrutura não flexiona sob carga.
- Seja monobloco, seja de colunas, aplica-se a mesma disciplina.
Sistema de paralelismo do cabeçote
Em peças largas e assimétricas a carga concentra-se num canto do cabeçote móvel; o cabeçote desce ligeiramente inclinado e um canto da peça sai mais espesso do que o outro. Resultado: excesso de material, resistência desigual, calor e ciclo desnecessários.
No sistema de paralelismo do cabeçote, projetado pela própria ÖZKOÇ, quatro cilindros de contrapressão fazem o cabeçote descer paralelo à placa inferior. A diferença de espessura entre os cantos reduz-se ao mínimo; obtém-se economia de material e a uniformidade da peça mantém a resistência onde ela é exigida.
O mesmo dispositivo também atua no corte: no instante da ruptura do material, os cilindros de contrapressão absorvem o choque, mantêm o paralelismo e prolongam a vida da matriz de corte.
- Quatro cilindros de contrapressão fazem o cabeçote móvel descer paralelo à placa inferior.
- Em peças largas e assimétricas, a diferença de espessura entre os cantos reduz-se ao mínimo.
- Economia de material + resistência uniforme.
- No corte, absorve o choque e prolonga a vida da matriz.