Prensa hidráulica de corte
- O objetivo principal é o corteNa mesma prensa fazem-se também a dobra e o corte da aba; mas a máquina é montada para cortar.
- Quem assume o choque são os cilindros de contrapressão, não a estruturaNo fim do corte, os cilindros de contrapressão entram em ação e absorvem a descarga súbita de carga.
- A alternativa compacta à prensa mecânica (excêntrica)Em tonelagens altas a estrutura da prensa mecânica cresce e encarece; a hidráulica faz o mesmo trabalho num tamanho menor.
- A matriz dura mais e a borda sai regularOs cilindros de contrapressão ajudam também no paralelismo e o impacto não passa para a matriz.
O que é uma Prensa hidráulica de corte?
A prensa hidráulica de corte é montada para cortar a peça de chapa. Corta a aba que sobra na boca do recipiente depois da estampagem profunda e, quando necessário, dobra a borda restante; o corte e a dobra podem encadear-se na mesma estrutura. O seu objetivo principal é o corte — a dobra é uma capacidade que vem ao lado.
Esta prensa não conforma a peça; a peça chega por baixo já estampada. No corte, a questão principal não é a força, e sim a descarga súbita de carga no fim do corte. Nós não fazemos a estrutura carregar esse choque: ele é absorvido pelos cilindros de contrapressão.
Esta prensa é adequada para o seu caso?
Adequada
- Corte em chapa grossa e com tonelagem alta
- Corte da aba que sobra depois da estampagem profunda
- Trabalhos em que o corte e a dobra são pedidos no mesmo ciclo
- Trabalhos de corte em pequenos lotes, com troca frequente de matriz
- Se a peça tiver de ser estampada primeiro: Prensa de estampagem profunda
- Se o que precisa não é corte, mas conformação rasa ou calibragem: Prensa hidráulica de conformação
- Se o corte estiver no meio de uma linha de vários passos: Prensa hidráulica transfer
Utensílios de cozinha — peças tipicamente produzidas neste setor
Estas imagens são ilustrativas — mostram a forma da peça; não são exatamente as peças que produzimos. Se encontrar uma peça parecida com a sua, envie o desenho e dizemos em que prensa ela é produzida. Envie o desenho da peça
ilustrativaCorte da aba de recipiente estampado
ilustrativaCorpo de panela e de caldeirão
ilustrativaDobra de borda e superfície de montagem
Automotivo — peças tipicamente produzidas neste setor
ilustrativaCorte da aba de recipiente estampado
ilustrativaDobra de borda e superfície de montagem
Transformação de metais — peças tipicamente produzidas neste setor
ilustrativaPeça de chapa recortada e esqueleto de sucata
Esta prensa em operação
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Linha de abaulamento - corte da aba - rebordagem com alimentação automática
Özkoç - Máquina automática de corte da aba e rebordagem com acionamento servo
Özkoç Hidrolik Makina - Prensa de estampagem profunda - Máquina de corte da aba
Para quem quer os detalhes
De onde vem o choque no corte — e como é absorvido
O trabalho de corte de metal costuma ser entregue às prensas mecânicas, porque a prensa hidráulica não gosta muito de cortar. Durante o corte forma-se um choque: só em cerca de um terço da espessura do material há corte verdadeiro, o resto não é corte, é ruptura por deslizamento — o material parte de repente. Esse deslizamento súbito faz cair num instante a pressão do sistema hidráulico; e a estrutura, que estava sob tração, recupera de golpe. A matriz não gosta disso, a prensa não gosta e o próprio sistema hidráulico gosta ainda menos.
A prensa mecânica faz este trabalho com mais facilidade porque aproveita a transição suave do próprio movimento circular; é por isso que é ela que vem à cabeça quando se fala em corte. Mas nos cortes de tonelagem alta também a estrutura da prensa mecânica cresce e o custo da prensa sobe. É aqui que a prensa hidráulica, montada com uma estrutura capaz de absorver o choque, se torna uma excelente alternativa aos conjuntos de corte que vão ficando caros.
Nós fazemos assim: a pressão do sistema é mantida o mais baixa possível. Ao chegar ao fim do corte, no ponto em que o deslizamento vai acontecer, os cilindros de contrapressão ficam ativos e absorvem o choque. Uma prensa muito mais compacta realiza assim uma operação de corte que exige potência elevada, e os fatores que danificam a prensa são inteiramente eliminados. Os cilindros de contrapressão ajudam ainda no paralelismo — a matriz de corte dura mais e a borda cortada da peça sai mais regular.
Na mesma prensa também é possível dobrar: a aba que sobra na boca do recipiente estampado é cortada e a borda restante é dobrada ou enrolada. O alinhamento da linha de corte, a compensação do orelhamento e a margem de retorno elástico acertam-se com ensaios de matriz; não é trabalho que se acerte logo na primeira peça. Uma família de peças diferente significa uma matriz diferente; a prensa em si não muda.
- Só uma parte do corte é corte verdadeiro; o resto é deslizamento súbito — é daí que nasce o choque.
- A pressão do sistema é mantida baixa; no instante do deslizamento, os cilindros de contrapressão entram em ação.
- O choque não recai sobre a estrutura nem sobre a matriz, e sim sobre o conjunto de contrapressão.
- Em tonelagens altas a estrutura e o custo da prensa mecânica crescem; a solução hidráulica mantém-se mais compacta.
- A contrapressão ajuda no paralelismo: a matriz dura mais e a borda cortada fica mais regular.
- O corte da aba e a dobra da borda encadeiam-se na mesma estrutura; a peça chega à prensa já estampada.
Estrutura rígida unida com chanframento (preparação da junta de solda)
Quando a forma e o relevo não saem, a culpa recai logo sobre o ferramenteiro. Muitas vezes a causa não é a matriz: a estrutura da prensa flexiona sob carga e as duas metades da matriz não assentam perfeitamente uma na outra. Essa parcela que vem da estrutura quase nunca é conhecida do lado de quem compra, porque não é escrita em catálogo nenhum.
Ao construir a estrutura em construção soldada, a ÖZKOÇ une as travessas e as chapas ABRINDO O CHANFRO. No setor há muitas empresas que unem sem abrir o chanfro; o cordão fica apenas à superfície. Com o chanfro aberto, o cordão penetra na espessura do material e a estrutura resiste a flexionar sob carga.
Isto vale para qualquer tipo de estrutura, monobloco ou de colunas — não é uma opção que dependa do tipo de prensa, é a disciplina de fabricação da ÖZKOÇ.
- As travessas e as chapas de reforço são unidas abrindo o chanfro.
- O cordão não fica à superfície, penetra na espessura; a estrutura não flexiona sob carga.
- Seja monobloco, seja de colunas, aplica-se a mesma disciplina.
Sistema de paralelismo do cabeçote
Em peças largas e assimétricas a carga concentra-se num canto do cabeçote móvel; o cabeçote desce ligeiramente inclinado e um canto da peça sai mais espesso do que o outro. Resultado: excesso de material, resistência desigual, calor e ciclo desnecessários.
No sistema de paralelismo do cabeçote, projetado pela própria ÖZKOÇ, quatro cilindros de contrapressão fazem o cabeçote descer paralelo à placa inferior. A diferença de espessura entre os cantos reduz-se ao mínimo; obtém-se economia de material e a uniformidade da peça mantém a resistência onde ela é exigida.
O mesmo dispositivo também atua no corte: no instante da ruptura do material, os cilindros de contrapressão absorvem o choque, mantêm o paralelismo e prolongam a vida da matriz de corte.
- Quatro cilindros de contrapressão fazem o cabeçote móvel descer paralelo à placa inferior.
- Em peças largas e assimétricas, a diferença de espessura entre os cantos reduz-se ao mínimo.
- Economia de material + resistência uniforme.
- No corte, absorve o choque e prolonga a vida da matriz.