Prensa para placas balísticas e capacetes
- Capacete militar e placa plana na mesma famíliaA forma em calota e a placa plana seguem a mesma lógica de cura; o que as separa é o molde e a distribuição da pressão.
- Pressão igual em toda a placaUma única zona fraca baixa a classe de proteção; cada ponto do laminado tem de receber a mesma pressão e a mesma temperatura.
- Aquecimento e refrigeração com óleo térmico, ou aquecimento elétrico com refrigeração a água
O que é uma Prensa para placas balísticas e capacetes?
A prensa para placas balísticas e capacetes cura sob pressão, entre pratos aquecidos, placas de proteção, capacetes militares em compósito e peças de proteção de peito–braço–ombro. Esta prensa está do lado da defesa: produz a peça que resiste, não a munição de ataque.
A qualidade do laminado depende de a pressão e a temperatura se distribuírem por igual pela superfície; uma única zona fraca baixa a classe de proteção. A calota profunda do capacete militar e a placa plana trabalham na mesma prensa, com molde e distribuição de pressão diferentes.
Esta prensa é adequada para o seu caso?
Adequada
- Placa de proteção balística e painel de blindagem
- Capacete militar em compósito e casco de capacete
- Peças de proteção de peito, braço e ombro
- Para estojos de munição e conformação de metal: Prensa de estampagem profunda
- Para peças em compósito não balísticas: Prensa para compósitos
Indústria de defesa — peças tipicamente produzidas neste setor
Estas imagens são ilustrativas — mostram a forma da peça; não são exatamente as peças que produzimos. Se encontrar uma peça parecida com a sua, envie o desenho e dizemos em que prensa ela é produzida. Envie o desenho da peça
ilustrativaPlaca de proteção balística
ilustrativaPlaca de proteção peitoral
ilustrativaPeça de proteção de braço e ombro
ilustrativaCapacete militar e casco de capacete
Esta prensa em operação
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ÖZKOÇ Prensa para compósitos de uso balístico
Para quem quer os detalhes
Como funciona: laminação, o lado da defesa e a diferença do capacete militar
A peça de proteção balística é produzida transformando uma pré-forma em camadas num corpo único, sob calor e pressão. O ar entre as camadas é expulso, a resina escoa, o conjunto comprime e o laminado cura. A classe de proteção é determinada tanto pelo número de camadas como pela uniformidade com que a pressão e a temperatura se distribuem pela superfície da placa: uma única zona fraca baixa a classe de toda a placa.
O capacete militar é um problema de engenharia diferente do da placa plana. Na forma de calota profunda é preciso levar a pressão e a temperatura ao mesmo tempo a todos os pontos da pré-forma em camadas; o molde e a distribuição da pressão são montados em função disso. O capacete militar e a placa plana estão juntos nesta página porque a família de máquinas e a lógica de cura são as mesmas.
O aquecimento do molde é feito por dois caminhos: o circuito de óleo térmico aquece e refrigera; no aquecimento por resistência elétrica, a refrigeração é feita por um circuito de água separado. O tempo de permanência sob pressão determina o ciclo.
A distinção de âmbito é importante: esta prensa trabalha do lado da defesa — capacete militar, proteção de peito, proteção de braço e ombro. O estojo de munição e outros trabalhos semelhantes de conformação de metal estão do lado do ataque e são feitos em prensas de estampagem profunda. Uma última nota: o desempenho balístico não é provado pela prensa, e sim pelo ensaio de tiro num laboratório acreditado. A prensa produz laminado repetível; o certificado de classe vem do ensaio.
- Capacete militar e casco de capacete
- Placa de proteção peitoral
- Peça de proteção de braço e ombro
- Painel de blindagem e placa de proteção em compósito
Estrutura rígida unida com chanframento (preparação da junta de solda)
Quando a forma e o relevo não saem, a culpa recai logo sobre o ferramenteiro. Muitas vezes a causa não é a matriz: a estrutura da prensa flexiona sob carga e as duas metades da matriz não assentam perfeitamente uma na outra. Essa parcela que vem da estrutura quase nunca é conhecida do lado de quem compra, porque não é escrita em catálogo nenhum.
Ao construir a estrutura em construção soldada, a ÖZKOÇ une as travessas e as chapas ABRINDO O CHANFRO. No setor há muitas empresas que unem sem abrir o chanfro; o cordão fica apenas à superfície. Com o chanfro aberto, o cordão penetra na espessura do material e a estrutura resiste a flexionar sob carga.
Isto vale para qualquer tipo de estrutura, monobloco ou de colunas — não é uma opção que dependa do tipo de prensa, é a disciplina de fabricação da ÖZKOÇ.
- As travessas e as chapas de reforço são unidas abrindo o chanfro.
- O cordão não fica à superfície, penetra na espessura; a estrutura não flexiona sob carga.
- Seja monobloco, seja de colunas, aplica-se a mesma disciplina.
Sistema de paralelismo do cabeçote
Em peças largas e assimétricas a carga concentra-se num canto do cabeçote móvel; o cabeçote desce ligeiramente inclinado e um canto da peça sai mais espesso do que o outro. Resultado: excesso de material, resistência desigual, calor e ciclo desnecessários.
No sistema de paralelismo do cabeçote, projetado pela própria ÖZKOÇ, quatro cilindros de contrapressão fazem o cabeçote descer paralelo à placa inferior. A diferença de espessura entre os cantos reduz-se ao mínimo; obtém-se economia de material e a uniformidade da peça mantém a resistência onde ela é exigida.
O mesmo dispositivo também atua no corte: no instante da ruptura do material, os cilindros de contrapressão absorvem o choque, mantêm o paralelismo e prolongam a vida da matriz de corte.
- Quatro cilindros de contrapressão fazem o cabeçote móvel descer paralelo à placa inferior.
- Em peças largas e assimétricas, a diferença de espessura entre os cantos reduz-se ao mínimo.
- Economia de material + resistência uniforme.
- No corte, absorve o choque e prolonga a vida da matriz.